Seja bem-vindo ao ReviewBox Brasil! Hoje vamos falar tudo sobre caixa de ferramentas. A maioria só lembra dela quando algo quebra, emperra ou para de funcionar, mas imagina só ter que comprar uma ferramenta nova a cada conserto?

E para guardar tudo? Com a caixa, você e sua casa ficam preparados para tudo, além de ter um acesso simples às ferramentas, fora o armazenamento correto, prolongando assim a vida útil do seu kit.

Descendo este guia, você vai encontrar os melhores conjuntos, os itens essenciais e qual caixa se encaixa com as suas atividades e com o seu lar. Vamos falar das vantagens, preços, onde comprar e todos os critérios que você deve avaliar em uma maleta de ferramentas.

Primeiro, o mais importante

  • Saiba identificar, primeiro, a frequência com a qual você usará a sua caixa de ferramentas e os tipos de reparos e projetos que deseja fazer. Seu nível de especialidade com as peças também conta.
  • Saber os tipos de ferramentas do conjunto é essencial. Itens básicos, peças de precisão e a variedade de tipos e tamanhos ditarão se o jogo em questão se encaixa com você.
  • Há uma variedade de preços bem grande, de R$ 50 a R$ 1.500. Ponderar o kit a escolher, então, nunca é demais.

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Ranking: Os 5 melhores modelos de caixa de ferramentas

Uma caixa de ferramenta não é algo apenas para profissionais das áreas de elétrica ou construção. É também um item indispensável para ter em casa. E por isso nós listamos as melhores maletas de ferramenta. Confira abaixo:

1º – Caixa de ferramentas 65 peças – Tramontina

Completa nos itens básicos e diversa nos tamanhos, o kit da Tramontina conta ainda com uma das melhores caixas do mercado, ampla (32 cm de largura e 50 cm de comprimento) e com gavetas de organização.

A linha Tramontina PRO também aposta no aço. A caixa e todas as ferramentas do jogo são de aço inox, o que aumenta a vida útil da peça e possibilitam reparos em maquinário pesado. São indicadas para indústrias, para se ter uma noção.

2º – Maleta para ferramentas 117 peças – Eda

A maleta da Eda é indicada para quem está buscando expandir seu kit. Tem quase 50 tamanhos de pontas de fenda e philips, e quase 20 de soquetes, mas não conta com um martelo, por exemplo. Por outro lado, tem chave de relojoeiro e mini grampos.

Outro diferencial é a própria maleta dobrável de plástico, fácil de carregar, pesando, completo, menos de 3,5 kg, e medindo menos de 30 cm em comprimento e largura.

3º – Maleta para ferramentas 92 peças – Kajima

A maleta da Kajima é pensada para o uso doméstico. Portanto, preza pelas ferramentas mais básicas, como alicate, martelo, e seis tamanhos de chaves combinadas.

Da mesma maneira, tem estilete e fita métrica e uma maleta de plástico de apenas dois centímetros de espessura, fácil de carregar e de guardar. Mesmo mais “simples”, contudo, não deixa de ter um bom número de bits (30) e de soquetes (8).

4º – Maleta para ferramentas 79 peças – Eda

Diferente do terceiro modelo desta lista, a maleta de 79 peças da Eda é pensada na portabilidade. Sua maleta de plástico pesa menos de 3 kg e tem apenas 7 centímetros de altura.

Ainda assim, conta com 40 bits e 15 soquetes, além de 24 chaves allen. No mais, não deve nada entre os itens básicos, com pelo menos um martelo, um alicate e uma chave de cada: fenda, phillips, inglesa.

5º – Caixa de ferramenta 129 peças – Sparta

A maleta da Sparta é uma das melhores para quem está montando seu primeiro kit. O valor bem abaixo das demais e a variedade de alicates, bits e chaves allen contribuem para isso.

Soma-se a isso a presença de itens periféricos, mas igualmente importantes, como fita métrica, nivelador, estilete e caixa de sortimentos (pregos, parafusos, buchas).

Guia de Compra

Uma caixa de ferramentas pode ser de diferentes tipos. O que dita na versatilidade do produto é a quantidade de ferramentas que vem nela. E você viu ao longo do ranking que apresentamos modelos de 65 a 130 peças.

Quer saber qual a caixa de ferramentas ideal para suas necessidades? Basta continuar com a gente que vamos trazer todos os detalhes ao longo desse Guia.

Parte do corpo de um homem segurando uma caixa de ferramentas com parede de tijolinho nos fundos.

A caixa de ferramentas é um utensílio indispensável para quem trabalha na área elétrica e civil. (Fonte: olegdudko / 123RF)

O que é a caixa de ferramentas e quais suas vantagens?

A manutenção de uma casa não é tarefa fácil. Há muitas áreas para se cuidar e vários são os problemas que podem acontecer.

Da mesma maneira, há cuidados distintos, que exigem ferramentas distintas: estruturas fundamentais, como o piso e a fiação; hidráulica, de banheiro e cozinha; móveis e eletrodomésticos; fora acabamentos como tomadas, portas e janelas.

Nesse cenário, a caixa de ferramentas cumpre a missão de oferecer, em um único conjunto, maneiras de uma pessoa fazer reparos em todas essas áreas de atenção citadas.

Com o tempo, muitos kits passaram a se aprofundar em algum segmento específico, mas pensados a profissionais, como para hidráulica ou maquinaria, ou hobbies, como carpintaria ou modelagem.

Imagem mostra fileiras de soquetes de tamanhos diferentes, identificados por pequenos totens com o números no topo.

Maior variedade de tamanhos de bits e soquetes significa maior precisão. (Fonte: vinayr16 / Pixabay)

Ainda assim, a premissa básica é manter o proprietário/locatário de um imóvel pronto para “o que der e vier”.

Nesse caso, a evolução dos modelos focou na durabilidade e resistência das ferramentas. Muitas feitas de aço e com cabos leves e ergonômicos. Há ainda a questão da eficiência e precisão, oferecendo uma infinidade de tamanhos de bits e soquetes e de medidas de chaves.

Isso, por outro lado, impediu uma maior padronização das caixas de ferramentas. Elas se diferem demais na oferta das variedades de medidas e até dos básicos, tendo kits em que sobram chaves allen, mas não contam com um martelo, por exemplo.

Da mesma forma, a maior portabilidade deixou alguns jogos mais enxutos, tanto em número de peças quanto no tamanho dos cases. Ainda há a questão dos cases de encaixes específicos, que criam um inconveniente de kits que precisam de mais peças, mas que não conseguem ser transportadas.

Vantagens
  • Portabilidade
  • Variedade de peças
  • Precisão
Desvantagens
  • Menos ferramentas
  • Falta de padronização
  • Menos itens básicos

Variáveis da caixa de ferramentas: Escolho uma básica ou avançada?

Da mesma maneira que são várias as áreas de manutenção de uma casa – que pedem cuidados e ferramentas diferentes – são diversos os tipos e frequências de usos dos kits.

Há aqueles, como lembramos lá no começo deste guia, que só lembram de sua caixa de ferramentas quando um conserto é necessário. Mas há também quem leve seu kit para onde for, como técnicos de reparo, ou quem está sempre com as caixas à mão, como bikers ou marceneiros de fim de semana.

Cada um deles, como é de se imaginar, precisam de kits diferentes, entre básicos e avançados. Tirando, porém, os jogos específicos, como os voltados a parafusadeiras ou para automóveis, são poucos os que têm uma indicação clara de uso.

Imagem mostra uma parte de uma caixa de ferramentas, com uma gaveta superior e um compartimento inferior, ambos repletos de de ferramentas.

Kits mais básicos são indicados para pequenas “emergências”. (Fonte: cagperl / Pexels)

Essa diferenciação fica à cabo, então, das ferramentas disponíveis. Quanto maior o número de tipos de ferramentas básicas, como chaves, martelos e alicates, mais generalista é o kit, e, portanto, mais básico.

Neste tipo, a indicação é para usos menos frequentes, domésticos, e para consertos pontuais.

No entanto, se há uma variedade maior de medidas dentro de um tipo de ferramenta só, como vários tamanhos de chaves combinadas ou de soquetes, por exemplo, o jogo é mais avançado.

Nesse caso, são melhores para reparos mais frequentes e para quem já é dono de um jogo básico de ferramentas. Há ainda a questão do case em si. Naturalmente, caixas de metal são mais resistentes e mais duradouras que as de plástico, e, portanto, mais indicadas aos usuários mais avançados.

No entanto, a maior diferença fica para o tamanho e tipo de “embalagem”. Caixas e baús são menos portáteis que maletas e bolsas, mas possibilitam a expansão do seu kit. O critério fica, novamente, ao tipo e frequência de uso.

Caixa de ferramenta básica Caixa de ferramenta avançada
Tipo de reparo Reparos pontuais Reparos frequentes
Diversidade Mais tipos de ferramentas Mais medidas e tamanhos
Tipo de case Maletas e Bolsas Caixas e Baús

Quanto custa?

A combinação entre as variáveis dos conjuntos de ferramentas e dos tipos de case resultam em preços bastante diferentes. É possível encontrar kits de R$ 50 a R$ 1.500.

Maletas de plásticos com um número mais modesto de itens são mais baratas, enquanto caixas de metal e jogos mais completos aumentam os preços.

O mesmo vale para os tipos de ferramentas: quanto mais específicas e precisas, maior o valor. O material também conta, sendo as peças de aço inoxidável as de custo mais elevado.

AristótelesFilósofo grego

“O prazer no trabalho aperfeiçoa a obra.”

Onde comprar?

Lojas físicas de materiais, como Leroy Merlin, Telhanorte e C&C contam com vendedores especializados, os mais indicados a ajudar a escolher a caixa de ferramentas certa.

Se, no entanto, o conforto e praticidade contam na hora da sua compra, há kits e jogos de todos os tipos nos sites dessas empresas, além da Amazon, Americanas, entre outras lojas online de departamento.

Imagem mostra um homem usando óculos trabalhando num projeto. Ele carrega um maçarico na mão esquerda e uma pinça na mão direita. Em segundo plano, mais ferramentas, desfocadas.

A frequência e a especialização do uso das ferramentas são essenciais para saber qual a melhor caixa. (Fonte: özgür özkan / Pexels)

Critérios de compra: Fatores para comparar os modelos de caixa de ferramentas

Com a quantidade de caixas de ferramentas diferentes – distintas em modelos, conjuntos e fins -, é fácil ficar perdido. Ainda bem que a ReviewBox lista exatamente no que você precisa prestar atenção na hora de escolher a sua. Antes de finalizar sua compra, reflita sobre:

  • Frequência de uso e nível de especialidade
  • Tipos de ferramentas
  • Tipos de case
  • Materiais

Confira, abaixo, cada item detalhado para que você possa fazer a melhor escolha na hora de comprar sua caixa de ferramentas

Frequência de uso e nível de especialidade

Antes de escolher sua caixa de ferramentas, você deve antes identificar a frequência em que irá usá-la e quanto você entende dos reparos que pretende fazer. De nada adianta uma caixa de ferramentas super completa se seu uso é ocasional ou de apenas algumas peças.

Se você quer uma caixa para emergências ou para pequenos ajustes, como pendurar um quadro, instalar uma prateleira ou montar um móvel, jogos mais básicos são um encaixe mais certo.

Por outro lado, se você pretende se engajar com projetos mais duradouros, como montar uma oficina na garagem, se lançar como marido de aluguel ou fazer a manutenção de eletrodomésticos ou maquinário, kits avançados são mais indicados.

Tipos de ferramentas

O que vai ditar se sua caixa de ferramenta é básica ou avançada são as peças. Conjuntos mais generalistas e com itens mais comuns são mais básicos. Jogos com instrumentos de maior precisão, especificidade e variedade de tamanhos e medidas são, naturalmente, avançados.

Para ser mais específico, um kit básico deve conter pelo menos um de cada um destes: martelo, alicate, chave de fenda, chave phillips, chave de conjunto.

Estilete, fita métrica, nivelador e lanterna são diferenciais. Apesar de comuns ao uso doméstico, não são tão facilmente encontrados em kits básicos.

Jogos mais avançados devem ter, pelo menos, chave ajustável, cabo de encaixe de bits, assim como uma variedade de medidas dos bits, soquetes e chaves allen. Variedades de itens básicos, em especial alicates e chaves, são pontos positivos.

Imagem mostra em primeiro plano um alicate ao lado de um martelo, repousando sobre uma madeira gasta. Ao fundo, outras ferramentas desfocadas descansam na mesma madeira.

Um jogo básico de ferramentas deve conter pelo menos as ferramentas mais comuns. (Fonte: Pixabay / Pexels)

Tipos de case

Escolhido o conjunto que melhor se encaixa com você, o próximo passo é atentar-se ao tipo do case, a caixa de ferramentas em si. Há caixas sanfonadas, baús, maletas, bolsas, que se relacionam com a frequência do uso das ferramentas e do tamanho do seu kit.

Maletas, por exemplo, são ótimas para transporte e para a organização dos itens, mas são ineficientes para quem quer ir aumentando o kit. Bolsas resolvem esse problema, mas perdem na organização e durabilidade.

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Nesse caso, caixas sanfonadas e com gavetas possibilitam jogos em expansão e bem arrumados, mas são menos portáteis. Baús, por outro lado, permitem kits flexíveis e podem ser transportados mais facilmente, se pequenos, mas deixam a desejar na disposição das ferramentas. Sabendo isso, reflita qual o tipo de case ideal para sua realidade.

Materiais

Outro critério que pode fazer a diferença na hora da compra são os materiais, tanto das ferramentas quanto dos cases. Quanto mais resistentes forem, mais longa é a vida útil de sua caixa.

Nas ferramentas, aço inoxidável e cabos de borracha antiderrapantes sempre serão vantagem. No case, o mesmo: prefira metal à plástico. Saiba, porém, que quanto melhor o material, mais caro fica sua caixa de ferramentas.

(Fonte da imagem destacada: energepic.com / Pexels)

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