Imagem mostra uma pessoa usando cinto de segurança paraquedista enquanto pratica rapel.
Ultima atualização: 21 de março de 2020

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Bem-vindo ao ReviewBox Brasil! Você costuma trabalhar em grandes alturas ou em suspensão? Nesse caso, é indispensável o uso de equipamentos de proteção individual extremamente confiáveis e resistentes. No artigo de hoje, vamos te ensinar a escolher o melhor cinto de segurança tipo paraquedista!

O cinto de segurança tipo paraquedista deve ser usado sempre que a altura do serviço for superior a dois metros ou que haja risco sério de lesão em caso de queda. Você quer saber quais as diferenças entre modelos? Conhecer questões como materiais e regulagens? Entender formas de uso? Então fique conosco!




Primeiro, o mais importante

  • Quando se realiza trabalhos em altura elevada, é obrigatório contar com equipamentos de proteção individual de qualidade. O cinto de segurança paraquedista é um dos principais.
  • Normalmente, o cinto paraquedista é usado com talabarte em Y. Ele proporciona grande segurança e estabilidade, mas dificulta a movimentação.
  • É preciso prestar atenção no peso máximo suportado pelo cinto e também na carga máxima suportada, medida em kN.

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O modelo mais completo

A Carbografite se destaca cada vez mais no ramo de equipamentos de proteção e tem um cinto de segurança paraquedista de extrema qualidade: Ele é composto por três meia argolas em aço forjado bicromatizado, duas alças nos ombros e duas no peitoral, indicador de queda e fivelas duplas de aço. Proteção total!

O cinto tipo paraquedista para soluções mais simples

Se você faz trabalhos elevados em situações que não geram riscos de grandes lesões mas quer um cinto por precaução básica, a Carbografite também tem a solução. Esse é um modelo com uma meia argola em aço forjado, duas fivelas de aço nas pernas e proteção dorsal contra queda. Segue todas as normas de segurança.

Um cinto tipo paraquedista com proteção total

A legislação brasileira exige que os cintos de segurança tipo paraquedista tenham carga de ruptura superior a 15 kN. A Facintos, não satisfeita, oferece esse modelo que resiste a 30 kN. São quatro pontos de ancoragem, seis fivelas de engate rápido e diversos acolchoamentos. Indicado para pessoas com menos de 100 kg.

Guia de compra

Dentre tantos equipamentos de proteção individual para trabalho em altura, por que escolher o cinto de segurança tipo paraquedista? O nosso guia de compra é o setor que traz todas as informações que você precisa!

Selecionamos as perguntas mais frequentes sobre o equipamento e você descobre as respostas se ficar conosco nas linhas abaixo!

Imagem mostra um homem em altura usando vários equipamentos de proteção individual.

O cinto de segurança tipo paraquedista deve acompanhar outros equipamentos de proteção individual. (Fonte: photobac/ 123rf.com)

O que é um cinto de segurança tipo paraquedista?

Quando um trabalho é realizado em altura, todo cuidado é pouco. O trabalhador precisa estar muito bem preso a equipamentos de proteção individual que garantam a sua segurança e impeçam que qualquer tipo de acidente aconteça.

O cinto de segurança tipo paraquedista é um dos múltiplos equipamentos de proteção individual que podem ser usados em altura. Ele serve como uma estrutura que mantém o trabalhador sempre seguro.

Para que o cinto tipo paraquedista funcione, deve ser fixado a um ponto específico ou, preferencialmente, a uma outra estrutura como um talabarte em Y. Assim, não haverá qualquer tipo de dúvida sobre a segurança oferecida e o trabalhador poderá executar seu serviço com plena tranquilidade.

Em quais situações é preciso usar um cinto de segurança tipo paraquedista?

De acordo com a legislação, como veremos mais adiante, cintos de segurança e outros equipamentos de proteção individual são obrigatórios quando trabalhos são realizados a mais de dois metros do solo ou com riscos de lesão em caso de queda.

Sendo assim, o cinto tipo paraquedista é muito usado em construção civil, em limpezas, pinturas e reparos de janelas e partes externas de edifícios, por eletricistas, em manutenção de fornos e caldeiras, em poços e escavações, entre outros.

Em todos esses casos, não é obrigatório o uso apenas do cinto de segurança e do talabarte, mas também de todos os outros equipamentos de proteção individual regulamentados para trabalho em altura.

Até em atividades como rapel e escaladas, que têm o status de 'hobby', é possível optar pelo cinto de segurança tipo paraquedista.

Acima de tudo, deve-se usar o bom senso e perceber quando uma queda, mesmo que inferior a dois metros de altura, pode causar sérios danos.

foco

Você sabia que o trabalho em altura é um dos que mais possuem equipamentos de proteção individual obrigatórios? Além dos cintos de segurança e talabartes, podemos destacar acessórios como capacete com jugular, óculos de segurança e botina de segurança.

O que diz a legislação brasileira sobre o cinto tipo paraquedista?

No Brasil, o trabalho em altura é regido pela Norma Regulamentadora número 35 do Ministério do Trabalho. Esse regulamento não dispõe apenas sobre quando os equipamentos devem ser usados (como citamos acima, são muitos), mas também sobre as obrigações do empregador.

Os empregados devem ser treinados para manusearem EPIs corretamente.

Além de ceder os equipamentos de proteção individual obrigatórios e adequados para cada situação, o empregador deve treinar e capacitar o empregado em seu uso antes de mandá-lo a campo, ter uma equipe de emergência disponível em caso de acidentes e garantir que todos conheçam os riscos de cada atividade.

Portanto, você precisará comprar um cinto de segurança paraquedista apenas se for o patrão de uma empresa que faz serviços que o pedem, ou se for um trabalhador autônomo. Como empregado, terá necessariamente esses equipamentos cedidos.

A recusa do trabalho é um direito garantido por lei sempre que forem constatados riscos graves de acidentes. Portanto, não existe nenhum motivo para realizar um serviço em altura sem cinto de segurança paraquedista, nem talabarte!

Quais as diferenças entre cintos de segurança para trabalho em altura?

O tipo paraquedista não é o único cinto de segurança recomendado para trabalho em altura. Existem outros moldes que também podem ser bastante úteis dependendo de qual é o serviço a ser realizado.

Para trabalhos fixos que requerem grande segurança e pouca movimentação, a combinação cinto de segurança tipo paraquedista e talabarte em Y é perfeita. Ela proporciona toda a proteção necessária para que se possa ter tranquilidade enquanto suspenso.

Porém, às vezes é preciso ter mais liberdade de movimentação, entrar em lugares de difícil acesso ou lidar com condições adversas, como temperaturas extremas. Como o talabarte em Y não permite mobilidade, é preciso recorrer a outros acessórios nesses momentos.

Preparamos uma tabela que lista os principais cintos de segurança para trabalho em altura e em quais situações eles devem ser usados:

Tipo de cinto Recomendação de uso
Cinto de segurança tipo paraquedista Trabalhos fixos em altura. Uso com talabarte em Y
Cinto com alças nos ombros Trabalhos em locais confinados. Uso com trapézio
Cinto com conexão lateral Ideal para trabalho em movimento. Uso com talabarte de posicionamento
Cinto para cordas Recomendado para quando a suspensão é feita através de cordas
Cinto para trabalho a quente Uso junto com equipamento para trabalhos em altas temperaturas

Quais as vantagens de um cinto tipo paraquedista?

Dentre as opções de cintos de segurança para trabalhos em altura, o tipo paraquedista é o que oferece a melhor fixação. Usado da maneira correta, dá segurança absoluta. O trabalhador sabe que estará imóvel, sem sofrer com balanços, e que poderá executar seu serviço perfeitamente.

Portanto, ele ganha justamente por essa combinação entre segurança e estabilidade. É, sem dúvidas, o equipamento mais recomendado para trabalhos em suspensão e sem a necessidade da movimentação do trabalhador.

O cinto de segurança tipo paraquedista ainda é confortável de ser usado e não machuca quem o veste, uma vez que é desenhado para que seu peso seja distribuído igualmente pelo corpo.

Sua desvantagem principal é a limitação de movimentos, restringindo os trabalhos nos quais pode ser usado.

Veja abaixo uma tabela com as principais vantagens e desvantagens do equipamento:

Vantagens
  • Melhor opção para fixação completa do trabalhador
  • Não balança: Segurança e estabilidade no serviço
  • Ideal para trabalhos fixos em suspensão
  • Confortável de ser usado: Distribui o peso igualmente
Desvantagens
  • Restringe a movimentação e só pode ser usado em trabalhos fixos

Quanto custa e onde comprar um cinto de segurança tipo paraquedista?

A qualidade do material e o peso suportado são alguns dos fatores que mais influenciam os valores de cintos de segurança tipo paraquedista. Encontramos modelos que vão desde R$ 50 até cerca de R$ 300.

Lojas especializadas em segurança para o trabalho devem ser as melhores opções para fazer a sua compra. Caso você não conheça uma, é ótima ideia adquirir o cinto tipo paraquedista pela internet. A Amazon brasileira é repleta de modelos de qualidade. Veja também Amazon internacional e Mercado Livre.

Critérios de compra: Como escolher um cinto de segurança tipo paraquedista

Não há como comprar um bom cinto de segurança paraquedista sem saber diferenciar os modelos. Por isso, é hora da análise dos critérios técnicos! Selecionamos quatro quesitos para discussão:

Nas linhas abaixo, você encontra mais detalhes sobre cada um deles!

Pontos de conexão

Quanto mais pontos de conexão um modelo de cinto de segurança tipo paraquedista oferecer, mais seguro ele será. Por outro lado, a mobilidade também ficará cada vez mais reduzida.

Os principais pontos de conexão que um bom cinto paraquedista deve ter são: Argola dorsal, argola frontal, alças nos ombros, argolas de posicionamento na cintura e argola umbilical. Caso conte com todos, o modelo proporcionará excelente segurança.

Se segurança é a sua prioridade, exija um modelo que tenha pelo menos esses cinco pontos de conexão. Um número menor só é aceitável caso você queira mais mobilidade em lugares não tão perigosos.

Imagem mostra um grupo de pessoas em altura usando cintos tipo paraquedista.

O número de pontos de conexão influencia na segurança do cinto tipo paraquedista. (Fonte: cegoh/ Pixabay.com)

Material

Para oferecer toda a segurança que precisa, o cinto de segurança paraquedista deve ser confeccionado em materiais de extrema qualidade, que não corram qualquer risco de rompimento ou danos durante o uso.

O poliéster é um ótimo material para as fitas e tiras do cinto.

Para as fitas e tiras, alguns materiais sintéticos são bastante recomendados. O poliéster, por exemplo, costuma oferecer resistência mais do que satisfatória. Você pode sempre pesquisar do que o modelo escolhido é feito e constatar a eficiência do material.

Quando falamos nas argolas, não aceite nada inferior a aço de muita qualidade. Elas não podem romper de forma alguma! Muitas vezes, ele precisa inclusive passar por processos extras. O aço bicromatizado é uma ótima solução!

Resistência máxima

A legislação brasileira é bastante clara quanto à resistência mínima de um cinto de segurança para trabalho em altura: 15 kN. Felizmente, muitas das marcas trabalham para oferecer bem mais do que isso!

Quanto maior for a resistência máxima, melhor! Em alguns modelos, é possível encontrar até cerca de 30 kN. Assim, a chance de rompimento será irrisória. Você também deve observar qual é o peso máximo suportado pelo cinto. Respeitá-lo é fundamental para a sua segurança!

Recursos extras

Alguns modelos de cintos tipo paraquedista oferecem alguns recursos extras que os deixam ainda mais seguros. Podemos mencionar, por exemplo, as superfícies acolchoadas nos braços e pernas, o indicador de queda e a almofada acolchoada na cintura.

Mas e se, além de oferecer segurança, o cinto facilitasse seu trabalho? Alguns modelos contam até com caixa de ferramentas acoplada, tornando muito mais ágil e prática a vida de quem estará suspenso. Uma excelente ideia para muitos trabalhadores!

(Fonte da imagem destacada: skeeze/ Pixabay.com)

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César Ferreira Formado em Engenharia Industrial
César é apaixonado por carros. Talvez tenha sido essa paixão que o levou a, desde pequeno, querer entender como as coisas funcionam. Essa curiosidade, por sua vez, lhe fez cursar Engenharia Industrial. Hoje, ele presta consultoria para pequenas e médias empresas e, nas horas vagas, deixa seu carro - e o de seus amigos - cada vez mais tecnológicos e especiais.
Carlos Massari Jornalista
Jornalista especializado em esportes e podcaster. Apaixonado por cinema, literatura e artes em geral. Curioso nato, pesquisa e escreve sobre diversas áreas, principalmente tecnologia, ferramentas, artigos esportivos e objetos que tornam a vida e o cotidiano mais fáceis.