Seja bem-vindo ao ReviewBox Brasil! Hoje vamos falar de uma substância vital para a nossa saúde: a vitamina D.

Apesar de ser sintetizada no organismo por meio da exposição ao sol e, em menor escala, pela ingestão de alguns alimentos, não raro é preciso fazer a suplementação da vitamina D.

Mas, em meio a tantas opções, vamos mostrar neste artigo o que você deve verificar antes de comprar a vitamina D ideal.

Primeiro, o mais importante

  • Essencial para a saúde dos ossos, do sistema imunológico e para prevenir ou tratar várias doenças, a vitamina D é vital para o ser humano.
  • Em excesso, no entanto, essa vitamina pode ser bastante prejudicial ao organismo.
  • Por isso, vamos mostrar como, quando e o quanto de vitamina D você deve ingerir e como escolher o melhor suplemento.

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Quem busca pela vitamina D precisa da dosagem certa e de qualidade comprovada. Sabendo disso, os fabricantes cada vez mais investem em opções personalizadas. Por isso, a seguir nós vamos apresentar para você as melhores opções de Vitamina D disponíveis hoje em dia no mercado.

O melhor suplemento líquido

A VitD3 da Atlhetica Evolution é uma vitamina D na forma líquida. No total, o frasco contém 60 ml da substância, o que corresponde a cerca de 2 mil gotas.

Além disso, cada gota desse suplemento conta com 200UI de vitamina D, cujo princípio ativo é o colecalciferol (D3). Essa opção é livre de aroma e corantes.

Uma excelente opção em cápsulas

A Vitgold é uma vitamina D em cápsulas. No total, a embalagem desse suplemento contém 100 comprimidos. Além disso, essa vitamina D, que é do tipo colecalciferol (D3), conta com 2000 UI em cada cápsula.

Um ótimo suplemento de Vitamina D concentrado

A Vitamina D Concentrado da Soulife é um suplemento em forma de cápsulas. No total, essa embalagem contém 150 comprimidos. Além disso, cada cápsula dessa vitamina, que é do tipo colecalciferol (D3), possui 2000UI da substância.

Vitamina D para durar por 4 meses

A Vitamina D da Senhora Vitamina é um suplemento em forma de comprimido. No total, essa embalagem conta com 120 cápsulas, o que daria para o consumo de 4 meses.

Com princípio ativo da vitamina D3, cada cápsula desse suplemento possui 2.000UI da substância.

Uma boa opção em forma de comprimido

A Vitaminlife é um tipo de vitamina D em forma de comprimido. No total, são oferecidas 60 cápsulas.

Além disso, esse suplemento tem como princípio ativo a vitamina D3 (colicalciferol) e cada cápsula conta com 200UI de vitamina.

Guia de Compra

Pode parecer simples a tarefa de comprar a vitamina D. No entanto, é preciso considerar muitas variáveis antes mesmo de iniciar a suplementação dessa substância.

Por isso, criamos este Guia de Compra com todas as informações que você precisará para tomar a melhor decisão ao comprar a vitamina D.

Mulher tomando comprimido de vitamina.

A vitamina D é vital para a boa saúde do nosso organismo. (Fonte: Valerii Honcharuk / 123RF)

O que é a vitamina D?

A vitamina D foi batizada assim por ter sido a quarta substância descoberta, depois das vitaminas A, B e C. Mas o fato é que não se trata de uma vitamina. Na verdade, trata-se de um pró-hormônio.

Ou seja, a vitamina D é um precursor de hormônios que são sintetizados pelo organismo. Ainda assim, convencionou-se chamá-la de vitamina.

Em linhas gerais, a vitamina D é necessária para a manutenção do tecido ósseo e do sistema imunológico.

Mas o fato é que essa vitamina controla 270 genes, inclusive células do sistema cardiovascular. A vitamina D é, inclusive, utilizada para o tratamento de doenças autoimunes, como a artrite reumatoide e a esclerose múltipla.

Adquirida, principalmente, por meio da exposição aos raios solares, o fato é que entre 60% e 80% dos brasileiros têm insuficiência ou deficiência de Vitamina D. Isso ocorre porque, ao longo das décadas, os hábitos das pessoas mudaram.

Por conta dos altos índices de câncer de pele, a população aumentou o uso dos filtros solares, além de permanecerem mais tempo em locais fechados.

Mas, por ser essencial para o corpo humano, a ausência da vitamina D no corpo pode gerar uma série de complicações e doenças. Por isso, em muitos casos, é necessário a suplementação produzida em laboratório para a prevenção e tratamento de uma série de doenças.

Como obter a vitamina D?

A vitamina D pode ser absorvida pelo corpo com a exposição ao sol, ingestão de alimentos ou suplementação. O sol é responsável por 80% a 90% da vitamina D que o corpo recebe. Os alimentos de origem animal também possuem a vitamina, mas em uma quantidade que não chega a ser suficiente para beneficiar o organismo.

Por isso, para evitar a carência da substância, os especialistas recomendam que você se exponha ao sol por um período de 15 a 20 minutos todos os dias. Se você tem pele morena ou negra, o tempo de exposição ao sol deve ser de 45 minutos a 1 hora por dia.

O curioso é que o melhor horário para se expor ao sol e garantir a vitamina D é o mesmo período em que os médicos recomendam mais atenção para evitar o câncer de pele.

Mulher deitada na grama tomando sol.

O sol é a melhor fonte de vitamina D para o seu corpo. (Fonte: silviarita / Pixabay)

Para absorver de fato a vitamina D, você deve tomar sol entre 10h e 16h30. Para garantir a proteção contra os efeitos nocivos desse período, os especialistas alertam que basta evitar a exposição prolongada ao sol entre as 12h e às 15h.

Além disso é preciso deixar o corpo livre de roupas e de filtro solar, já que a quantidade de vitamina D que será absorvida é proporcional a quantidade de pele que está exposta.

foco

Apesar de proteger a pele contra o câncer, o fato é que o protetor solar inibe a retenção de vitamina D em até 95%.

Dessa forma, para suprimir as necessidades da vitamina D e ao mesmo tempo proteger a pele dos efeitos nocivos do sol, você só deve passar o protetor solar apenas o período recomendado para obter a vitamina.

Vale ressaltar ainda que até as janelas atrapalham a absorção da vitamina D. Isto porque os raios ultravioletas do tipo B (UVB), capazes de ativar a síntese da vitamina D, não conseguem atravessar os vidros.

Em geral a exposição solar já irá garantir boas quantidades da substância. Mas isso não é regra. Por isso, é importante o acompanhamento médico para checar se é preciso suplementação.

Além disso, vale lembrar que a vitamina D derivada da luz solar é uma fonte eficaz apenas na primavera e no verão. Por isso, durante o resto do ano, em especial no inverno, é recomendada a suplementação de vitamina D.

Os alimentos ricos em Vitamina D são suficientes como suplementação?

Como vimos a quantidade da vitamina presente nos alimentos é pequena. Por isso, apenas a alimentação não é suficiente para garantir a vitamina D no organismo. Ainda assim, eles podem atuar como complementos.

Todos os alimentos fontes de vitamina D são de origem animal, já que as fontes vegetais não conseguem sintetizar a vitamina. Mas, até mesmo o alimento com as maiores quantidades da substância, o salmão, contribuiu com apenas 6,85% das necessidades diária de vitamina D.

Além disso, os alimentos ricos em vitamina D também são bastante ricos em gordura saturada. Ou seja, quando ingeridos em grandes quantidades pode levar a doença vascular.

Ainda assim, dependendo da sua necessidade nutricional, o seu médico pode recomendar que você complemente a exposição ao sol e a suplementação com alimentos ricos nessa vitamina.

Por isso, é importante que você conheça os alimentos que mais contém a vitamina D. Confira a seguir a tabela com os principais:

Quantidade de vitamina D (UI) Porcentagem do valor diário de vitamina D
Salmão (100g) 685 6,85%
Atum (100g) 227 2,27%
Sardinha (100g) 193 1,93%
Ovo (unidade) 43,5 0,43%
Queijo cheddar (50g) 12 0,12%
Carne bovina (100g) 15 0,15%

O que a deficiência da Vitamina D pode causar?

A deficiência de vitamina D pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo 17 tipos de câncer. A falta dela aumenta o risco de problemas cardíacos, osteoporose, gripe e resfriado, e de doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1.

Em mulheres grávidas, a carência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as chances de a criança ser autista. Além disso, a falta de vitamina D pode causar diabetes gestacional, parto prematuro e infecções.

O principal fator que causa a deficiência é a falta de sol, já que as pessoas passam grandes períodos de tempo em locais fechados.

Para você entender melhor o que a falta dessa substância gera em nosso organismo, confira a seguir as principais consequências da deficiência de vitamina D:

  • Depressão: Baixos níveis da vitamina D podem ser associados a doenças cardiovasculares e neurológicas, inclusive a depressão.
  • Problemas nos ossos: A deficiência deste nutriente pode causar o raquitismo na infância e a osteoporose na vida adulta.
  • Doenças do coração: Aqueles que tem deficiência possuem duas vezes mais chances de sofrer um ataque cardíaco.
  • Diabetes: A falta dessa substância favorece a doença.
  • Perda da força muscular: A ausência da vitamina leva a perda da força e aumenta o risco de quedas e fraturas.
  • Doenças autoimunes: A vitamina D pode contribuir para o aparecimento de algumas doenças e já está sendo utilizada no tratamento de doenças autoimunes.
  • Câncer: A falta de vitamina D favorece vários tipos de câncer, como os de mama, próstata e melanoma.
  • Autismo: Como a vitamina D é importante para o desenvolvimento do cérebro, ela ajuda a prevenir o autismo durante a gestação.
  • Problemas respiratórios e gripes: Crianças com deficiência de vitamina D tem mais chances de desenvolver infecções respiratórias. Já adultos contraem mais resfriados.

É importante ressaltar que qualquer tipo de tratamento com suplementos de vitamina D deve ser realizado somente por médicos. Isso porque, como veremos a seguir, o consumo em excesso pode causar problemas de saúde.

Ian ReidProfessor de Medicina da Universidade de Auckland

“Ao observar qualquer grupo de pacientes doentes, os níveis de vitamina D serão mais baixos do que os níveis dos indivíduos saudáveis. Isto levanta a hipótese de que baixa vitamina D provoca doenças, mas não há provas claras disso.”

Quem deve usar o suplemento de Vitamina D?

Além das fontes naturais, a vitamina D também pode ser encontrada na forma de suplementos. E, em geral, pessoas que apresentam deficiência e insuficiência de vitamina D são aconselhadas pelos médicos a fazer uso da suplementação.

Além disso, o suplemento também pode ser utilizado no tratamento de algumas doenças. Para saber se você deve fazer a suplementação, é preciso realizar um exame de sangue.

Recentemente a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML) anunciou a mudança do valor de referência da Vitamina D. Até então o valor considerado como normal da quantidade de vitamina D detectada pelo exame era acima de 30 ng/mL.

Porém, atualmente, estão sendo aceitos valores a partir de 20 ng/mL como normais. Por isso, de acordo com a SBPC, pacientes cujos resultados se encontram entre as dosagens de 20 a 30 ng/mL não necessitam de reposição da vitamina D.

Confira a seguir, os valores de referência de vitamina D que podem ser detectados no exame de sangue:

Valor de referência Indicação
Menor do que 10 ng/mL Deficiência da vitamina
Entre 10 e 20 ng/mL Insuficiência da vitamina
Maior do que 20 ng/mL É o desejável para população saudável
Entre 30 e 60 ng/mL É o recomendado para grupos de risco como idosos, gestantes, pacientes com osteomalácia, raquitismos, osteoporose, doenças inflamatórias e autoimunes

Qual a importância da Vitamina D na terceira idade?

Pessoas mais velhas produzem menos vitamina D em resposta à exposição ao sol por questões metabólicas relacionadas à idade. A quantidade da substância produzida em uma pessoa de 70 anos, por exemplo, é, em média, um quarto da que é sintetizada por um jovem de 20 anos.

Por isso, é importante que os idosos conversem com seus médicos sobre a possibilidade de consumir suplementos de vitamina D.

Além disso, recomenda-se que, ao ingerir os suplementos, a pessoa se hidrate e mantenha uma dieta balanceada. Isso servirá para evitar problemas de saúde, especialmente nos rins.

Quais são os efeitos colaterais da Vitamina D?

Quando consumida dentro das quantidades recomendadas, a vitamina D não tem efeitos colaterais. Porém, quando ingerida em excesso pode prejudicar os rins por causar o aumento da absorção de cálcio.

Por isso, é importante que o consumo além do recomendado desta vitamina seja feito apenas com acompanhamento médico. É importante destacar que o excesso de vitamina D só ocorre por meio da suplementação.

O excesso de vitamina D pode causar sérios danos à saúde, em especial aos rins. O excesso só ocorre com o uso inadequado de suplementação.

Já o sol e os alimentos não causam o excesso da vitamina no organismo. Isso porque, como vimos, os alimentos não contam com quantidades grandes da substância, e a obtenção dela por meio dos raios solares é regulada pela pele.

Ou seja, a nossa pele interrompe a produção da vitamina D quando atinge os valores necessários. Porém, o excesso por meio dos suplementos sem a orientação médica pode ser muito perigoso.

Há o risco de ocorrer a elevação da concentração de cálcio no sangue e isso pode afetar os rins, que podem chegar a perder sua função.

Qual a dosagem recomendada de suplementação de Vitamina D?

A quantidade de suplemento a ser tomada varia de acordo com a idade, a dose do medicamento e o grau de deficiência vitamínica na pessoa. Por isso, é fundamental a avaliação e o acompanhando médico.

Ainda assim, segundo diversos estudos realizados recentemente, a orientação para pessoas com mais de 50 kg é a de consumir entre 1.000 e 4.000 unidades internacionais (UI) de vitamina D todos os dias.

O mesmo vale para as gestantes e lactantes. Já no caso das crianças, a orientação é ingerir até 1.000UI de vitamina D para cada 5 kg de peso. Em outras palavras, se uma criança pesa 30 kg, por exemplo, ela pode ingerir até 6.000 unidades de vitamina D por dia.

Vitamina D e suco de laranja em mesa próxima à piscina.

Para saber a dose diária de suplemento de Vitamina D você precisa de acompanhamento médico. (Fonte: Divulgação Senhora Vitamina / Amazon)

Mas, como esses valores variam de acordo com o perfil da pessoa e o contexto de sua condição de saúde, pessoas com sobrepeso, por exemplo, podem chegar a tomar até 3.000 UI diariamente.

Por outro lado, pessoas com mais de 70 anos podem receber a recomendação de ingerir suplementos de até 3.500 UI por dia.

Qual é melhor horário para consumir o suplemento de Vitamina D?

Vale lembrar que, como é lipossolúvel, a vitamina D é melhor absorvida na presença de uma fonte de gordura. Um estudo da Cleveland Clinic dos Estados Unidos demonstrou que tomar a vitamina D com a principal refeição do dia pode aumentar em até 50% a concentração da vitamina no sangue.

Especialistas recomendam que o melhor horário para ingerir o suplemento de vitamina D é durante o almoço. Além disso, a refeição deve conter algum tipo de gordura, seja ela de origem vegetal ou animal.

Quais as vantagens e desvantagens da Vitamina D?

Como vimos, a presença da quantidade correta de vitamina D em nosso corpo é essencial para a nossa saúde.

Assim, a grande vantagem da vitamina D é que ela facilita a absorção de cálcio pelo organismo. E o cálcio é essencial para o desenvolvimento saudável dos ossos e dos dentes. Com isso, a vitamina é capaz de reduzir os riscos de fratura e de osteoporose.

Mas além de melhorar a saúde óssea, a vitamina D tem a vantagem de prevenir doenças como obesidade e diabetes. Outra vantagem dessa vitamina é que ela ajuda a tonificar os músculos, a promover maiores ganhos de força e de massa muscular e evitar quedas.

Homem fazendo flexão ao ar livre.

Além da vantagem para ossos e sistema imunológico, a Vitamina D fortalece a musculatura e o ganho de massa. (Fonte: rawpixel / Pexels)

Além disso, a vitamina D previne a hipertensão arterial e doenças cardiovasculares, como infartos e AVC’s. A Vitamina D também é um potente inibidor do crescimento de células cancerígenas, sendo capaz de, inclusive, reduzir metástases.

A única desvantagem da vitamina D é que, se consumida em excesso (o que só pode ocorrer por meio da suplementação), ela pode causar sérios danos à saúde, principalmente aos rins.

A seguir, você confere as principais vantagens e desvantagens da vitamina D:

Vantagens
  • Aumenta a absorção do cálcio e do fósforo
  • Fortalece ossos e dentes, tonifica músculos e aumenta massa muscular
  • Melhora o equilíbrio e fortalece o sistema imunológico
  • Previne o envelhecimento precoce e melhora a saúde cardiovascular
  • Previne alguns tipos de câncer, como os de cólon, de reto e da mama
  • Previne doenças como obesidade, diabetes, hipertensão e esclerose múltipla
Desvantagens
  • Em excesso, por meio de suplementação, é prejudicial à saúde

Quanto custa?

O preço da Vitamina D varia bastante em função da marca fabricante, da dosagem, quantidade e dos componentes da fórmula. Mas, em geral, você vai encontrar a Vitamina D custando entre R$ 15 e R$ 350.

É claro que você não precisa comprar a mais cara de todas. Em geral, é possível adquirir uma vitamina de qualidade por um preço acessível, dependendo da sua necessidade de uso.

Onde comprar?

Você vai encontrar a Vitamina D à venda em farmácias, lojas de suplementos, de departamento e hipermercados como Lojas Americanas e Extra.

Ainda assim, nós sugerimos que você realize a sua compra em lojas online como a Amazon Brasil. Ao fazer isso, você não apenas garante mais opções de marcas e de preços como também adquire a Vitamina D do conforto da sua casa.

Critérios de compra: Quais fatores considerar antes de comprar a Vitamina D

Como vimos, o primeiro passo que você deve tomar antes de incluir a suplementação de vitamina D na sua rotina é realizar o exame de sangue e ter o acompanhamento do seu médico.

Feito isso, você precisa, então, entender o que diferencia um produto de outro, em meio a tantas opções de vitamina D disponíveis hoje em dia no mercado. Por isso, selecionamos para você os principais fatores que devem ser levados em conta antes de comprar a vitamina D:

  • Tipo
  • Forma
  • Concentração
  • Quantidade

A seguir, nós vamos explicar cada um desses fatores em detalhes para que você tome a melhor decisão e invista na vitamina D que de fato irá suprir as suas necessidades.

Tipo

O primeiro fator que você deve levar em conta antes de comprar a Vitamina D é o tipo da substância utilizada como princípio ativo. Existem vários tipos de vitamina D, mas as duas formas mais importantes são a vitamina D2 (ergocalciferol) e a vitamina D3 (colecalciferol).

A vitamina D3 é de origem animal. Ela é sintetizada na pele a partir do colesterol, após exposição a uma quantidade razoável de luz solar. Já a vitamina D2 é de origem vegetal e encontra-se disponível apenas na alimentação.

O fato é que a vitamina D3 é muito mais eficaz do que a vitamina D2 quando se trata de aumentar os níveis sanguíneos desta vitamina no corpo. Além disso, a vitamina D3 é armazenada no tecido adiposo de forma muito mais eficaz do que a vitamina D2.

Pote com cápsulas de vitamina.

O princípio ativo mais comum encontrado nos suplementos é a Vitamina D3. (Fonte: mel_gama/ Pixabay)

Você poderá encontrar os suplementos de vitamina D feitos tanto com o princípio ativo da D3 quanto com a D2. Essa última é, em geral, mais relevante para quem tem restrições alimentares como, por exemplo, os vegetarianos e veganos.

Ainda assim, o mais comum é que você encontre a D3, já que esse tipo é considerado mais completo e eficaz. A seguir, você confere as principais diferenças entre a vitamina D3 e a vitamina D2:

Vitamina D3 Vitamina D2
Princípio ativo Colecalciferol Ergocalciferol
Origem Animal Vegetal
Eficiência Maior Menor
Armazenamento Maior Menor
Recomendação Pessoas sem restrição alimentar Veganos e vegetarianos

Forma

Existem suplementos em forma líquida ou em cápsulas.

Outro fator que é importante que você verifique é a forma como a vitamina D é apresentada. Os suplementos de vitamina D estão à venda, em geral, na forma líquida ou em cápsulas.

O fato é que a escolha certa desse fator pode ou não facilitar a ingestão e a absorção da vitamina. Em geral, crianças e idosos se beneficiam muito mais da versão em gotas, pela facilidade de digestão.

Mas também será possível encontrar injeções de vitamina D, ainda que mais raramente. Essa forma é utilizada em casos em que a pessoa precisa repor a deficiência com rapidez.

Concentração

Em seguida, recomendamos que você leve em conta a concentração de vitamina D em cada dose do suplemento. Esse valor (medido em UI, unidade internacional) varia imensamente, dependendo da marca fabricante.

O ideal aqui é que, junto com o seu médico, seja definida a necessidade de dose diária recomendada para você consumir. No mercado, você poderá optar por produtos que contenham entre 200 UI até 500 UI de vitamina D em cada cápsula.

Mas, se você optar pela versão do suplemento na forma líquida, essa concentração costuma ser de 200 UI de vitamina D em cada gota.

Frasco de Vitamina D líquida.

A concentração de Vitamina D varia entre as marcas e o formato, seja em cápsulas ou em gotas. (Fonte: Olha Kozachenko / 123RF)

Quantidade

Também é fundamental que você leve em consideração a quantidade de cápsulas ou o total em mililitros da Vitamina D em cada frasco. Essa escolha vai refletir, principalmente, na praticidade do uso e no preço final do produto.

Mas isso também vai depender da prescrição do seu médico. Para você ter uma ideia, você poderá optar por embalagens de Vitamina D que contenham entre 30 e 300 comprimidos.

No caso da Vitamina D na forma líquida, você poderá escolher entre frascos que possuem entre 20 ml a 150 ml.

(Fonte da imagem destacada: puhhha /123RF)

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